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BR Partners lidera rankings de M&A e emissão de CRIs no 1º semestre de 2020

O primeiro semestre deste ano foi muito desafiador, porém com ótimos resultados para o BR Partners. Ficamos em 1º lugar no ranking de fusões e aquisições (M&A) por valor total, segundo o ranking da Transactional Track Record (TTR), com um volume total de R$4,8 bilhões em operações realizadas. Também ficamos em 1º lugar no ranking de emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), segundo a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

A liderança do BR Partners é resultado da excelência das nossas equipes de M&A e mercado de capitais, assim como do crescimento expressivo da nossa atuação em estruturação e venda de títulos híbridos e de renda fixa nos últimos anos.

Agradecemos a todos nossos colaboradores e equipe pelo sucesso obtido. O desafio de navegar com sucesso a crise causada pelo novo coronavírus demonstra nossa grande capacidade de adaptação, e iremos continuar trabalhando duro nesse segundo semestre para auxiliar nossos clientes a conquistarem seus objetivos.

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BR Partners é premiado pela Euromoney

O BR Partners ganhou em julho deste ano o prêmio Euromoney de Melhor Banco de Assessoria Financeira da América Latina. É a segunda vez que ganhamos esse prêmio, sendo a primeira no ano de 2016.

A Euromoney Awards for Excellence é uma premiação concedida desde 1992 pela revista britânica Euromoney, uma das mais importantes do mundo no setor financeiro. Essa premiação é separada em 25 categorias, com grande foco no mercado financeiro da América Latina.

Desde nossa fundação, em 2009, iniciamos nossos serviços em assessoria financeira e de mercado de capitais. Com um sucesso inicial na assessoria de fusões e aquisições, em 2012 abrimos uma corretora e um banco de investimento, dando início assim a atuação como instituição financeira.

Hoje o BR Partners é um dos principais bancos de investimento independentes do Brasil, tendo já participado de mais de 120 M&As – um valor de operações que soma mais de R$250 bilhões.

Sobre a premiação, nosso fundador e atual CEO, Ricardo Lacerda,  declarou: “Este prêmio é fruto do trabalho árduo da nossa equipe técnica, que sempre colocou o cliente em primeiro lugar. Estamos sempre buscando nos atualizar sobre as condições do mercado para fornecer os melhores produtos e serviços em nossa companhia.”

O BR Partners agradece a todos os seus colaboradores, acionistas e clientes pela conquista.

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Entenda o que é a Comissão de Valores Mobiliários (CVM)

Muitos mercados precisam de um órgão regulador para funcionarem bem. Caso contrário, se existirem falhas de mercado, haverá muita gente insatisfeita com o produto negociado (sejam elas compradoras ou vendedoras). No mercado financeiro, por exemplo, talvez a principal falha que pode existir é a de assimetria de informação.

O emissor de um papel pode não ter a informação suficiente para saber se o comprador desse papel é uma pessoa confiável, que irá honrar com seus compromissos. Da mesma forma, o comprador do papel pode não possuir informação suficiente a respeito desse ativo, de modo que ele acabe saindo no prejuízo.

Para minimizar esse ruído, e impedir o mal funcionamento do mercado financeiro, existe a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Ela é um órgão regulador desse mercado.

Mas antes de adentrarmos na explicação sobre o que exatamente faz a CVM, precisamos saber o que são valores mobiliários.

Valores mobiliários

Um valor mobiliário não é nada mais do que um título de propriedade ou de crédito que pode ser emitido por um órgão público ou por entidades privadas. Ele indica propriedade ou crédito a quem o detém. Toda negociação de valor mobiliário deve ser regulamentada pela CVM.

Existem vários tipos de títulos com várias características diferentes. Alguns deles são:

  • Ações
  • Debêntures
  • Certificados de depósitos, tais como os Certificados de Depósitos Bancários (CDB)
  • Cupons cambiais
  • Cotas de fundos de investimento
  • Derivativos

Agora que você já sabe o que são valores mobiliários, vamos explicar alguns detalhes da CVM.

O que é a CVM?

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) é uma instituição federal vinculada ao Ministério da Economia. Mas apesar de ser vinculada a esse ministério, o governo federal não possui nenhuma autoridade hierárquica sobre ela. Isso porque a CVM é uma autarquia, isto é, uma instituição autônoma e independente.

Ela foi criada em 1976 para fiscalizar e desenvolver o mercado de valores mobiliários no Brasil. Seu objetivo é fiscalizar, disciplinar, normatizar e desenvolver o mercado de valores mobiliários brasileiro, aplicando punições aos agentes que descumprirem as regras estabelecidas.

O colegiado da CVM é formado por um presidente e quatro diretores, com mandato de cinco anos, nomeados pelo Presidente da República e aprovados pelo Senado. Para ser um membro do colegiado, é preciso ter reconhecida experiência e conhecimento na área. Junto aos membros do colegiado, existem as chefias de gabinete, assessorias e demais órgãos.

A sede principal fica no Rio de Janeiro, com sedes regionais em São Paulo e Brasília.

Algumas funções e objetivos da CVM

Garantir a segurança e os direitos dos investidores. Como dito acima, um emissor de um título pode tentar esconder alguma informação que, caso eminentemente conhecida, iria reduzir drasticamente o valor desse título. A CVM tenta, então, coibir esse tipo de comportamento. 

Assegurar o bom funcionamento do mercado. A CVM deve garantir a integridade do mercado de capitais, procurando punir aqueles que se valem de irregularidades.

Estimular a poupança. Se existe um mercado de capitais seguro, a tendência é que o número de investidores aumente. Isso aumenta o volume de poupança existente na economia e contribui, assim, para o desenvolvimento do país.

Estimular a concorrência. Um mercado financeiro monopolizado traz muitos prejuízos para a atividade econômica, pois as empresas e demais agentes produtivos acabam se tornando reféns, por exemplo, de taxas de juros abusivas oferecidas pela instituição financeira monopolizadora. Um mercado financeiro bem concorrido, em que há várias instituições financeiras e vários instrumentos e aplicações diferentes, inibe esse tipo de comportamento.

Punir golpes realizados por algum agente do mercado financeiro. Isso coíbe o comportamento fraudulento e aumenta a confiança na economia como um todo e no mercado financeiro em particular.

Facilitar o acesso ao mercado financeiro. Isso é feito através da redução das burocracias e mediante a facilitação do acesso por parte dos investidores às informações dos ativos negociados e das instituições emissoras. Por exemplo, graças a imposição da CVM, o investido pode consultar facilmente quais são as corretoras de valores que estão devidamente registradas e de acordo com as normas desta comissão.

Conclusão

Se a CVM cumprir bem o seu papel, haverá maior previsibilidade e transparência no mercado, facilitando a vida dos investidores e dando segurança na hora de comprar um ativo, pois o investidor sabe que a instituição emissora do ativo está sendo bem fiscalizada e que, portanto, não há grandes riscos de estar sendo enganado.

A CVM é fundamental para evitar fraudes, golpes, pirâmides financeiras e assim por diante. Por isso, é um elemento essencial do mercado de capitais brasileiro.

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O que é Certificado de Depósito Bancário (CDB)?

 

CDB é a sigla para Certificado de Depósito Bancário. É um título de renda fixa que representa um empréstimo que você faz ao banco. O banco então lhe remunera com juros sobre o valor investido. Essa é uma forma do banco captar dinheiro dos investidores e emprestar para os tomadores de crédito.

Existem títulos de CDB de variados valores. Há títulos vendidos por menos de mil reais até títulos acima de trinta mil reais. Portanto, há CDBs para todas as preferências e comodidades.

Para investir em CDB, você deve ter conta em uma corretora ou banco de investimento que opere esse tipo de papel.

Risco e Rentabilidade

O risco dos CDBs é extremamente baixo, uma vez que esses títulos são cobertos pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito) para valores de até R$250 mil por instituição bancária. Caso você queira investir mais que isso, o ideal é dividir o seu investimento entre duas ou mais instituições, uma vez que o limite de cobertura do FGC para cada CPF é de R$1 milhão.

As instituições menores geralmente oferecem os títulos mais rentáveis, pois elas possuem menor credibilidade em relação aos grandes bancos e, portanto, precisam pagar taxas melhores para atrair investidores.

Há três formas de rentabilidade quando se trata de CDBs:

  1. i) Pós-fixada: nesse caso você atrela o rendimento do ativo a alguma taxa usada como referência. Geralmente essa taxa é a SELIC ou o CDI. Nesse caso, você só descobre o rendimento exato do seu título no final do período.
  2. ii) Prefixada:  aqui, o rendimento do seu ativo já é conhecido desde o momento da aplicação. Independe de taxas de referência externas, como a taxa de inflação ou a SELIC

iii) Híbrida: como o nome sugere, é uma mistura da rentabilidade pós-fixada e da prefixada. A parte prefixada é uma taxa de juros específica (por exemplo, 10% ao ano), enquanto que a parte pós-fixada é algum índice de inflação, como o IPCA.

Incidência de impostos

É cobrado imposto de renda e o IOF sobre a rentabilidade do CDB, isto é, sobre a diferença entre o valor resgatado e o valor investido. A cobrança do IOF segue a tabela regressiva, que institui alíquotas que reduzem de acordo com o tempo, iniciado com alíquota de 96% e chegando a 0% após 30 dias. Ou seja, você só será taxado com IOF caso você resgate a aplicação antes de 30 dias. Passados esses 30 dias, não há mais cobrança de IOF quando você resgatar o título.

A cobrança do imposto de renda segue também a tabela regressiva. O IR é retirado direto da fonte, ou seja, você não precisa declarar o valor do CDB para a Receita.

A taxação segue o seguinte esquema: até 180 dias, a alíquota cobrada é de 22,5%. De 181 a 360 dias, a alíquota é de 20%. De 361 a 720 dias, 17,5%. Por fim, acima de 720 dias, a alíquota será de 15%.

Vantagens e Desvantagens

Uma vantagem do CDB é que sua rentabilidade é maior que a da poupança, podendo chegar ao dobro desta. Além disso, dependendo do tipo de CDB, há liquidez diária, isto é, esses títulos podem ser resgatados a qualquer momento, o que é importante para quem pode precisar do dinheiro antes do vencimento

Ademais, títulos de CDB possuem garantia do FGC, portanto possuem alta segurança. Caso o banco venha a falir, você pode ficar tranquilo que mesmo assim receberá o seu dinheiro aplicado.

Uma desvantagem do CDB é que ele é uma aplicação tributada. Há incidência do IR e, caso você mantenha seu investimento por menos de 30 dias, também do IOF.

Prazo de carência vs prazo de vencimento

Quando se aplica em CDBs, é importante ter em mente a diferença entre prazo de carência e prazo de vencimento. O prazo de carência é o prazo mínimo que você deverá deixar o seu dinheiro com o banco, sem possibilidade de retirada. Após esse prazo, você pode resgatar o seu dinheiro quando quiser.

Já o prazo de vencimento estipula o tempo que o banco ficará com o seu dinheiro. Após esse prazo, o banco lhe retornará o investimento acrescido do juro. Às vezes, não é permitido o resgate antes do prazo de vencimento.

É importante verificar quais são os prazos de carência e de vencimento do CDB antes de fazer a compra.

Conclusão

Se você quer investir em um ativo de renda fixa de baixo risco e boa rentabilidade, certamente os CDBs são uma ótima alternativa.

Esse tipo de ativo pode ser uma boa escolha tanto para quem quer aplicar no curto prazo, através de CDBs de liquidez diária, quanto para quem quer aplicar no longo prazo, escolhendo um título com vencimento longínquo.

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Entenda o que são derivativos

Um derivativo é um ativo cujo valor é derivado do valor de um outro ativo subjacente, tal como ação, título, câmbio ou commodity. O comprador e o vendedor do ativo aceitam negociá-lo em datas e preços específicos. As negociações podem ser realizadas nas bolsas ou no mercado de balcão.

Por exemplo, ao negociar ouro futuro, você está negociando uma commodity que deriva seu valor do valor presente do ouro.

Derivativos exercem um papel importante no mundo moderno das finanças. Eles aumentam a eficiência do mercado, pois amortecem a mudança brusca no preço dos ativos. Eles permitem, por exemplo, aos produtores se proteger de uma queda brusca no preço do seu bem vendido através de hedges, como veremos abaixo.

Mas apesar das suas vantagens, os derivativos possuem elevados riscos. A sua natureza volátil e seu comportamento imprevisível podem trazer enormes perdas aos especuladores e instabilizar a economia, como ocorreu na recessão de 2008.

Funções dos derivativos

Há dois principais usos para derivativos:

Proteção (hedge): é o uso do derivativo com o objetivo de minimizar o risco em um mercado, isto é, a oscilação de preços em um sentido que prejudica o indivíduo. O hedge adquirido fixa o preço futuro de um ativo de modo a minimizar o seu risco.

Considere o exemplo de um produtor de soja. Uma queda no preço da soja é negativa para esse produtor, pois sua receita de venda de soja diminuirá. É do interesse desse agricultor que o preço da soja permaneça alto.

A soja estará pronta para a colheita e venda daqui a somente dois meses. Há muita insegurança por parte do agricultor sobre as condições de mercado do preço futuro da soja. E se na hora da venda o preço estiver a um preço muito baixo? O agricultor poderá então se proteger de futuras quedas no preço da soja através de um contrato derivativo. Ele pode negociar um contrato em que venderá a soja daqui dois meses em um preço determinado agora, como R$80 por saca. Desse modo, mesmo se o preço da saca daqui a dois meses estiver R$60 ou R$100, o agricultor ainda deverá vendê-la por R$80.

Quem aceitaria firmar um contrato de compra futura de soja por R$80, sendo que daqui dois meses o preço da soja poderia ser de R$60, de modo que esse indivíduo sairia ganhando bem mais se comprasse soja daqui a dois meses? Alguém que utiliza soja como insumo de seu bem produzido (um produtor de leite de soja, por exemplo). Da mesma forma que o produtor de soja pode estar receoso de que o preço futuro da soja esteja muito baixo, o produtor de leite de soja pode estar receoso de que o preço futuro da soja esteja muito alto, de modo que seus custos de produção aumentem muito. Para minimizar essa incerteza, o contrato é firmado, e assim as duas partes têm seu risco reduzido.

Especulação (alavancagem): é o uso do derivativo para aumentar o poder de retorno da aplicação. Você pode crer que o valor de determinada ação suba, ou que o preço do dólar caia. Desse modo, você pode firmar um contrato de compra ou venda futura de um ativo e assim sair lucrando. Você assume o risco da variação de preço do ativo em vista de obter lucro.

Por exemplo, você pode pensar que daqui a um mês o dólar estará R$5,10, então você pode fazer um contrato que lhe garanta a venda de dólares daqui a um mês por R$5,20. Assim, se sua crença se concretizar, daqui um mês você compra o dólar a R$5,20 e o vende a R$5,10, lucrando desse modo R$0,10 por cada dólar vendido.

Tipos de derivativos

Há quatro principais tipos de derivativos:

Termo: é um contrato entre duas partes para comprar/vender um ativo a um preço específico numa data futura específica, fixados no momento em que o contrato é firmado.

Suponha que o preço do barril do petróleo esteja sendo negociado neste momento a U$50. Um indivíduo acredita que o preço do barril estará sendo negociado daqui um mês a U$70. Então esse indivíduo pode firmar um contrato derivativo no mercado a termo com uma produtora de petróleo em que ele se compromete a comprar certa quantidade de barris daqui a um mês pelo valor de U$60. Dessa forma, se sua crença se concretizar, isto é, se o preço do barril de fato estiver U$70 daqui a um mês, este indivíduo poderá lucrar U$10 por cada barril de petróleo que ele comprou no mercado a termo, pois estará comprando o barril a U$60 e vendendo a U$70.

Futuro: é semelhante ao termo, porém com duas diferenças importantes. A primeira delas é que há ajustes diários dos compromissos. Os contratos se ajustam de acordo com as informações presentes e expectativas futuras do mercado.

A segunda diferença é que em mercados futuros é permitido que o contrato seja vendido antes do prazo de vencimento. Assim, mercados futuros possuem maior liquidez que mercados a termo.

Opção: é um contrato que concede o direito, mas não a obrigação, de comprar ou vender um ativo por um valor determinado em determinada data.

Suponha que exista um ativo sendo negociado no mercado a R$10, e você acredita que daqui um mês esse ativo será negociado a R$7. Então você pode fazer o seguinte: oferecer um real por ativo hoje para um indivíduo (chamemos de João) para ter a opção de vender esse ativo a R$9 daqui um mês para João. Se a sua crença se concretizar, isto é, se daqui um mês esse ativo estiver sendo negociado a R$7, então você pode comprar no mercado esse ativo ao preço vigente de R$7 e vendê-lo a R$9 para João. Dado que você firmou esse contrato dando R$1 por cada ativo, você sairá lucrando R$1 por ativo.

Mas por que João iria aceitar firmar esse contrato, já que ele possui a obrigação de comprar o ativo no preço estabelecido? Justamente por causa do R$1 que você oferece por cada ativo. Esse valor é chamado de prêmio.

Perceba que o mercado de opções é muito parecido com o mercado a termo. A diferença é que no caso do mercado de opções, aquele que comprou a opção (chamado de titular) não possui a obrigação de comprar ou vender o ativo pelo preço e na data estabelecidos no contrato, apenas o direito – embora quem vendeu a opção (chamado de lançador) é obrigado a comprar ou vender o ativo se o titular tiver interesse na compra/venda. Já no caso do mercado a termo, não há a opção de compra ou venda, mas sim a obrigação.

Swaps: é um contrato que promove a troca de rentabilidade entre dois ativos. O propósito dos swaps é diminuir o risco de ambas as partes.

Suponha uma empresa tenha feito um empréstimo em que ela precisa pagar uma taxa de juros variável. Essa taxa se encontra em 4% nesse momento. A empresa imagina que essa taxa irá subir futuramente. Ela pode fazer, então, um contrato em que paga uma taxa fixa de 5% para a outra parte negociante, de modo que essa outra parte tenha que pagar os juros variáveis. Essa outra parte, obviamente, crê que a taxa de juros não será maior que 5% ao longo do tempo de contrato, de modo que ela tenha vantagem com o negócio.

Conclusão

A criação dos mercados de derivativos trouxe mais estabilidade aos mercados e permitiu um avanço significativo nas economias, minimizando os riscos dos produtores, sobretudo produtores de commodities.

O mercado de derivativos é extremamente complexo, portanto é aconselhável para profissionais e indivíduos com experiência. Para negociar derivativos, você deve estar bastante a par das condições de mercado e suas expectativas devem estar alinhadas com a realidade. Caso contrário, os prejuízos podem superar em muito os ganhos.

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